sábado, 2 de abril de 2016

Gripe H1N1, o que a Escola precisa saber

GRIPE H1N1 - CRECHE SEGURA

Gripe H1N1, o que a Escola precisa saber

 O que é a gripe?
A gripe a é uma doença respiratória infecciosa de origem viral, que pode levar ao agravamento e ao óbito, especialmente nos indivíduos que apresentam fatores ou condições de risco para as complicações da infecção (crianças menores de 5 anos de idade, gestantes, adultos com 60 anos ou mais, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais).

A OMS estima que cerca de 1,2 bilhões de pessoas apresentam risco elevado para complicações da influenza: 385 milhões de idosos acima de 65 anos de idade, 140 milhões de crianças, e 700 milhões de crianças e adultos com doença crônica

Entendendo os tipos de vírus:

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, estima-se que a influenza acomete 5 a 10% dos adultos e 20 a 30% das crianças, causando 3 a 5 milhões de casos graves e 250.000 a 500.000 mortes todos os anos
A doença pode ser causada pelos vírus influenza A (H1N1), B e C.
Os vírus A(H1N1) e B apresentam maior importância clínica; estima-se que, em média, as cepas A causem 75% das infecções, mas em algumas temporadas, ocorre predomínio das cepas do tipo B.
Os tipos A (H1N1) e B sofrem frequentes mutações e são responsáveis pelas epidemias sazonais, também por doenças respiratórias com duração de quatro a seis semanas e que, frequentemente, são associadas com o aumento das taxas de hospitalização e morte por pneumonia, especialmente em pacientes que apresentam condições e fatores de risco. O vírus C raramente causa doença grave.
Como ocorre a transmissão?
A transmissão ocorre principalmente através do contato com partículas eliminadas por pessoas infectadas ou mãos e objetos contaminados por secreções.
É muito elevada em ambiente domiciliar, creches, escolas e em ambientes fechados ou semifechados, dependendo não apenas da infectividade das cepas, mas também do número e intensidade dos contatos entre pessoas de diferentes faixas etárias.
A transmissão também é elevada em aviões, navios e outros meios de transporte coletivo, onde são frequentemente registrados surtos de influenza A (H1N1) e B que acometem passageiros e tripulantes.
As pessoas infectadas pela influenza suína podem ser consideradas potencialmente contagiantes durante todo o período em que manifestarem os sintomas e possivelmente por até 7 dias depois do início da doença.
As crianças, entre um e cinco anos, podem ser potencialmente contagiantes por períodos mais longos.
Também se comprovou que os vírus sobrevivem em superfícies como madeira, aço e tecidos por 8 até 48 horas.

Quais são os sintomas desta Gripe?

Os sintomas são similares aos sintomas da influenza humana comum, e incluem:
  • Febre
  • Tosse
  • Garganta inflamada
  • Dores no corpo
  • Dor de cabeça
  • Calafrios
  • Fadiga
  • Também pode causar uma piora de doenças crônicas já existentes.

Quando se preocupar com os sintomas?

É importante estar atento aos sintomas que requerem cuidados especiais:
  • Febre alta, acima de 38º, 39º, de início repentino
  • Dor muscular, de cabeça, de garganta e nas articulações
  • Irritação nos olhos
  • Tosse
  • Coriza (nariz escorrendo)
  • Cansaço
  • Inapetência (falta de apetite)
  • Em alguns casos, também podem ocorrer vômitos e diarreia.

Recomendações Gerais de prevenção:

  • Evitar aglomerações e ambientes fechados
  • Intensificar a lavagem das mãos com água e sabão, principalmente após tossir e espirrar
  • Utilizar produtos a base de álcool para higienização das mãos também são recomendados
  • Evitar contato próximo com pessoas doentes
  • Cobrir o nariz e a boca com um lenço de papel quando tossir ou espirrar, jogando o lenço no lixo após o uso
  • Participar da campanha de vacinação, especialmente se fizer parte do grupo de risco
  • Não levar as mãos aos olhos, boca ou nariz depois de ter tocado em objetos de uso coletivo
  • Não compartilhar copos, talheres e outros objetos de uso pessoal
  • Procurar assistência médica se surgirem sintomas que possam ser confundidos com os da infecção pelo vírus da influenza tipo A (H1N1).
 Texto retirado do site: http://www.crechesegura.com.br/

Dia do Índio: 10 sugestões de atividades para escolas

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19 de abril, Dia do Índio. É comum as escolas comemorarem a data fantasiando e pintando as crianças, à semelhança do que fazem na Páscoa. Sai o coelhinho, entra o índio. A figura indígena, abordada desta maneira, se torna tão irreal quanto um coelho gigante que traz ovos de chocolate em embalagens coloridas.
Preparamos algumas sugestões de atividades para tratar do tema sem preconceitos, estereótipos, romantismo ou nostalgia:

Por Lilian Brandt/AXA

1. Estude e repense seus (pre)conceitos

Mais importante do que promover uma atividade divertida, é estar bem informado. A reportagem especial“As 10 mentiras mais contadas sobre os indígenas” esclarece as afirmações mentirosas mais recorrentes e muitas delas provavelmente já foram contadas por professores e alunos. Confira e comece por aí!

2. Priorize informações sobre os indígenas na atualidade

Refletir sobre a história dos povos indígenas é muito importante, mas tenha sempre o cuidado de trazer outros pontos de vista, e não só o de Cabral. Muitos pesquisadores indígenas fazem suas próprias análises da história de seus povos e do contato com a nossa sociedade. Além do mais, é importante superarmos o pensamento de que “índio é coisa do passado”.
Portanto, além de trazer a história e enfatizar aspectos culturais, como festas e rituais, lembre-se de trazer questões atuais: uso de tecnologias (produção de vídeos e redes sociais, por exemplo) e a atuação política.

3. Valorize a diversidade de povos

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Muitas vezes os professores promovem atividades escolares com boas intenções, como pintar as crianças com duas linhas paralelas nas bochechas, colocar um cocar de brinquedo e dançar músicas em línguas que as crianças não compreendem. Estas atividades podem até trazer um sentimento positivo das crianças em relação aos indígenas, mas não trazem a realidade.

Temos no Brasil mais de 300 povos indígenas. A reprodução da imagem de um “índio genérico”, caracterizado por pinturas, vestimentas e aspectos físicos exclui diversas etnias e indivíduos, que por diversas questões não se enquadram neste padrão imaginário.
Não generalize. Lembre-se de evidenciar a diversidade de povos indígena e suas particularidades. Mostre também indígenas ressurgidos, de cabelo crespo, sem pinturas, universitários, etc. Traga exemplos reais e explique qual a etnia, onde está localizada e aspectos de sua cultura.

4. Convide indígenas para a escola

Qualquer atividade pode se tornar muito mais interessante se tiver a participação de indígenas. Convide-os para fazer uma palestra sobre suas vidas, seu povo,espiritualidade, conhecimento da natureza,produção artística ou o que eles desejarem!
O convidado indígena também pode fazer uma oficina de artesanato, pintura, culinária ou de brincadeiras tradicionais de seu povo.

5. Incentive-os a navegar

O site Povos Indígenas do Brasil – PIB Mirim, do Instituto Socioambiental (ISA), possui bastante material destinado à pesquisa escolar, divulgando informações com uma linguagem acessível ao público infanto-juvenil. Há também atividades interativas como a Aldeia Virtual, jogo online situado em uma aldeia no Cerrado brasileiro. Cada criança escolhe o avatar de um índio, podendo conversar com outros participantes e jogar, sempre aprendendo sobre as culturas indígenas.
Portal Índio Educa conta com diversos colaboradores indígenas, que trazem o olhar de diferentes povos sobre questões atuais. São pequenos textos, fotografias e vídeos que tratam de temas como cultura, história e atualidade. Há também vários textos para auxiliar os professores a trabalhar a temática indígena em sala de aula.

6. Faça um festival de cinema

Existe uma produção infinita sobre o tema, muitas delas feitas por indígenas. Sugerimos aqui os mais “clássicos”:

Índios no Brasil

É uma série produzida justamente para inserir adiscussão sobre histórias e culturas indígenas nas escolas. São 10 programasapresentados pela liderança indígena Ailton Krenak, cada um com cerca de 20 minutos.
Apesar de ter sido produzida há 10 anos, a série traz muitas questões atuais.A partir do olhar de nove povos indígenas, a série retrata a relação dessas etnias com a natureza, com o sobrenatural e com a sociedade brasileira. Os programas trazem também depoimentos de não-indígenas, especialistas e pessoas comuns.
Você pode baixar nos sites da TV Escola e Vídeo nas Aldeias
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O curta metragem Pajerama é sobre um indígena que está andando na floresta e de repente… (não vou contar para não perder a graça!). É uma animação linda, que possibilita refletir sobre a expansão do espaço urbano e o encontro com a nossa sociedade.

Pessoas de todas as idades podem gostar, e como não tem falas, pode ser especialmente interessante para crianças, inclusive as indígenas.


Das Crianças Ikpeng para o mundo


Um filme super fofo! Crianças Ikpeng apresentam sua aldeia, família, brincadeiras, festas e seu cotidiano. É um filme leve e instigante, pois o tempo todo elas perguntam para quem está assistindo sobre como é a sua vida, curiosas em conhecer crianças de outras culturas.


7. Fale de política

Estamos vivendo um momento tão terrível em relação aos direitos indígenas, que não dá para ignorar e mostrar só o lado “bonito” do tema.
O Dia do Índio foi instituído no Brasil pelo presidente Getúlio Vargas, em 1943. A data faz referência http://www.axa.org.br/wp-admin/post-new.phpao Primeiro Congresso Indigenista Interamericano, que ocorreu no México em 1940. Os índios não participaram nos primeiros dias do evento, mas no dia 19 de abril tiveram uma grande participação. Portanto, fale de participação, fale de mobilização, fale de luta!
Acompanhe a Mobilização Nacional Indígena e explique as principais reivindicações dos indígena

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8. Ouçam músicas indígenas

Talvez alguém ainda considere a possibilidade de tocar para as crianças as músicas “Vamos Brincar de Índio” da Xuxa e “Curumin Iê Iê” da Mara Maravilha. Outros mais sofisticados podem preferir “Um Índio” do Caetano ou “Índios” de Legião Urbana. Há ainda aquelas músicas “new age” com referências aos índios norte-americanos.

Mas independente de seu gosto musical, não toque somente músicas SOBRE indígenas, toque músicas DE indígenas. A Rádio Yandê toca diversas músicas de indígenas, além de programas informativos que abordam a realidade indígena.

9. Sirva comidas que aprendemos com os indígenas

Além de deliciosas e nutritivas, as comidas podem instigar um debate sobre a biodiversidade e o trabalho de agricultura e melhoramento genético que os indígenas fazem há milhares de anos. Que talbolo de milho, tapioca, pipoca e frutas nativas?

10. Torne a questão indígena interdisciplinar e contínua

Como já disseram Tim Maia e Jorge Benjor, antigamente “todo dia era dia de índio”. Não deixe que hoje ele só tenha o 19 de abril! A Lei 11.645/08, que inclui no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”, ressalta a importância de trazer as suas contribuições nas áreas social, econômica e política. Relacione o tema com os conteúdos de Português (temos diversas palavras em nosso vocabulário de origem indígena), Geografia (noção de território), História (contato, escravidão e lutas) e Ciências (conhecimento indígena da biodiversidade brasileira). Leve estas questões para a sala de aula ao longo do ano todo.

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Imagens:
Estudante indígena (em destaque): Portal Amazônia
Mulheres Tuxá (item 3): Jornal de Hoje
Sonia Guajajara (item 7): Kamikia Kisedje, em Mobilização Nacional Indígena
Criança (item 10): Moderna Educacional
Texto retirado na integra do site: http://www.axa.org.br/

quinta-feira, 31 de março de 2016

Projeto Especial de Ação

     DA INTENÇÃO A AÇÃO: DOCUMENTAÇÃO PEDAGÓGICA - QUINTAL MÁGICO

No ano de 2015, houve mudanças significativas no quadro docente, o que demanda reflexão e atenção perante o novo grupo que se constitui a partir do acolhimento de 16 novos professores. Cada sujeito pessoa/professor ingressa com saberes e experiência diferente na educação de zero a três anos, entre elas, destaca algumas: CEI conveniados, CEI diretos na Secretária Municipal de Educação de São Paulo e em outros municípios da Grande São Paulo.
Em nossa primeira reunião para análise do PPP, convidamos a equipe para um passeio até o Parque da Consciência Negra que fica na mesma rua da nossa U.E. Durante o trajeto foi possível apresentar a caracterização da comunidade atendida de maneira ampliada uma vez que observamos a realidade. Observamos que a unidade é cercada por prédios residenciais, cujos apartamentos a metragem é de 40 a 52 metros quadrados, sem área de lazer. Tais observações demandaram reflexões iniciais, fundamentais para o processo de construção do Projeto Pedagógico que considera o público atendido.
Chamou-nos atenção, durante o caminho, que alguns locais encontravam-se sujo, com materiais de construção civil e móveis. Importante destacar que não encontramos crianças brincando, o que nos levantar a hipótese da construção de uma cultura de confinamento. 
Percebemos que os moradores apropriaram-se, algumas vezes, de maneira inadequada o Parque e, percebemos a ação destruição do patrimônio público, o que revela falta de cuidado com o local que é nosso.
A própria concepção arquitetônica do nosso prédio revela aspectos ligados ao confinamento e  higienista. Citamos pois, por vezes lembra alas de isolamento hospitalar, revelado pela segregação dos bebês menores dos demais. Outro aspecto que intensifica esta questão, é marcada pelo fato de ser dois andares e os bebês ficarem no segundo pavimento. Tal questão implica em um dificultador, pois o prédio tem inúmeras barreiras de arquitetônicas, tais como escadas, grelhas, degraus  aos poucos locais próximos a natureza, tais como: o parque, a areia, gramado, a horta e o jardim.
Ao analisarmos  o quadro, a releitura dos objetivos gerais do nosso Projeto Político Pedagógico, as observações,  registros escritos e fotográficos, da analise dos espaços realizado da equipe gestora no ano de 2014, no qual culminou no Projeto : Espaços para ser criança e viver sua infância e as avaliações institucionais do último ano, elegemos pela continuidade do tema Da intenção e a Ação: Documentação Pedagógica, tendo em vista ser recente a utilização de documentação pedagógica na Educação Infantil e ser um tema amplo e que pode ser utilizado diferentes linguagens. Tal escolha justifica-se por acreditamos na importância dos registros da prática educativa como recurso de observação, análise e reflexão das nossas próprias ações, o que resulta na possibilidade de acarretar mudanças significativas na prática educativa da instituição.
Por ser um tema amplo focaremos no registro escrito por acreditarmos que ao sistematizar amplia o olhar do educador e o educa a agir / refletir de maneira integrada, o que faz reconhecer-se como Ser Inacabado (FREIRE) capaz de modificar-se continuamente. Tal modificação, que ocorre internamente, pode, por meio do registro compartilhado com o grupo, resultar em mudanças no planejamento das questões fundamentais para a educação da primeira infância.
O olhar cuidadoso para as áreas externas da instituição, transformando–o em nosso Quintal Mágico, O nome “Quintal Mágico” é inspirado no Livro Quintal Mágico de Dulcília Shroeder Buitoni, na tentativa de romper com a cultura de confinamento,  onde possamos proporcionar aos nossos bebes e crianças pequenas os seus direitos, notadamente as interações e brincadeiras garantindo experiências significativas conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Infantil (2010).
e)     Objetivos
          Qualificar a prática a partir da reflexão sobre a documentação pedagógica
•          Buscar uma maior coesão entre as intenções e as ações docentes;
•          Subsidiar a análise dos processos de aprendizagem;
•          Instrumentalizar no replanejamento das ações educativas;
•          Perceber as possibilidades e potencialidades de cada criança e;
•          Pensar e replanejar suas ações, intervenções e novos focos de observação e registro.
Procedimentos Metodológicos coerentes com a proposta apresentada.
  • Tematização e a investigação das práticas pedagógicas vivenciadas nos diferentes ambientes educacionais:
  • Produção de pautas de observação e de acompanhamento;
  • Analise e a  problematização dos dados coletados;
  • Analise de bons modelos;
  • Situações homólogas;
  • Leitura de textos científicos e diferentes gêneros literários;
  • Análise de registro e devolutivas;
  • Ampliação  do repertório cultural através de visitas a museus, pontos turísticos da cidade de São Paulo e;
  • Analise critica de filme.
Procedimentos Metodológicos coerentes com a proposta apresentada.
  • Tematização e a investigação das práticas pedagógicas vivenciadas nos diferentes ambientes educacionais:
  • Produção de pautas de observação e de acompanhamento;
  • Analise de bons modelos;
  • Analise e a  problematização dos dados coletados;
  • Situações homólogas;
  • Leitura de textos científicos e diferentes gêneros literários;
  • Análise de registro e devolutivas;
  • Ampliação  do repertório cultural através de visitas a museus, pontos turísticos da cidade de São Paulo
  • Analise critica de filme
Resultados esperados observados os estabelecidos nos Programas Curriculares da Secretaria Municipal de Educação.
  • Construir uma cultura de formação na perspectiva crítico-reflexiva no decorrer do ano;
  • Consolidar o fazer pedagógicos embasados em teorias ao termino do ano;
  • Construir uma cultura de formação na perspectiva crítico-reflexiva no decorrer do ano;
  • Consolidar o fazer pedagógicos embasados em teorias ao termino do ano;

Acompanhamento e Avaliação semestral:
Periodicidade:
  • Semestral: considerando adequação e /ou reestruturação necessária
  • Final: feita por todos os participantes e equipe escolar indicando objetivos alcançados e a continuidade ou não para o ano seguinte.
Indicadores
  • Melhoria na elaboração de novas práticas de registros;
  • Sistematização de registros como documentação pedagógica;
  • Replanejamento das ações pedagógicas e intervenção adequada
Instrumentos
  • Relatório: individual, em grupo e das equipes.
  • Registros elaborados durante o desenvolvimento do projeto
  • Construção do Registro Reflexivo

Referências bibliográficas
Diretrizes Curriculares Nacionais Para Educação Infantil - Secretária de Educação Fundamental. – Brasília: MEC/SEF, 2010

Programa Mais Educação São Paulo – Subsídios para implantação/ Secretária Municipal de Educação. – São Paulo: SME/DOT, 2008

Edwards, Carolyn, Gandini, Lela e Forman, George. As Cem Linguagens da Criança; A Abordagem de Reggio Emilia na Educação da Primeira Infância –  tradução  Dayse Batista - Porto Alegre: Artmed, 1999

ZABALZA, Miguel A. Qualidade em Educação Infantil/ Miguel A. Zabalza; Tradução Beatriz Affonso Neves. – Porto Alegre: Artmed, 1998.

Orientação Normativa Nº 1 de 02/12/2013, Publicado em DOC de 03 de dezembro de 2013, P 103-105

Brinquedos e Brincadeiras na creche - Secretária de Educação Fundamental. – Brasília: MEC/SEF, 2012

domingo, 13 de março de 2016

Histórias das Escolas da Floresta

Venha conhecer as Histórias das Escolas da Floresta e pensar como dialoga com as nossas escolas.
Vagas limitadas

Parques Sonoros




                                                                                                                                                                       Por Maria Cristina dos Santos


Projeto propõe a formação em música para professores da rede municipal na cidade de São Paulo e culmina com a montagem de vários objetos sonoros para experimentação de crianças de 3 meses a 6 anos de idade nos espaços escolares.
O projeto proporciona aos educadores da rede municipal de São Paulo a reflexão teórica e atividades práticas.
A implantação do projeto musical devem ser planejadas em consonância com o PEA – Projetos Especiais de Ação - de cada unidade. Os PEAs são desenvolvidos de acordo com o Projeto Político Pedagógico de cada unidade

Para a implantação do Parque Sonoro é necessária que o formador de SME, realize a leitura e reflexão do documento de cada unidade escolar para sugerir as formas de inserção e reflexão da música no referido espaço e o desenvolvimento de atividades musicais com as crianças e educadores. Para tanto, os formadores partem  do princípio apontado por Swanwick no qual “a musica é uma experiência de vida em si mesma, que devemos tornar compreensível e agradável. É uma experiência do presente (...) devemos ajudar cada criança a vivenciar a música agora” (SWANWICK, 1990, p. 40) e iniciamos nossos propósitos estudando o documento escolar para propiciar a experiência musical no cotidiano escolar.

  

  

EMEI Therezinha Skinka - DRE Guaianases

 
 EMEI Therezinha Skinka                                       Atelie Carâmbola     

PLANEJAMENTO: Projetos Parques Sonoros
Objetivo:
§         Problematizar os conceitos sobre música em sala de aula para crianças de 0 a 5 anos de idade.
§         Ampliar as possibilidades de brincadeiras e apreensão de conceitos específicos da linguagem dando ênfase em experiências lúdicas com música;
§         Vivenciar a exploração de diversos sons;
§         Perceber os conceitos de propriedades sonoras e sugerir proposições para mudança de olhares com relação aos objetos do cotidiano e ao espaço físico da escola
Conteúdos
§         Práticas de musicalização ativa para crianças de 6 meses a 6 anos;
§          Leituras e discussões textuais com assuntos sobre paisagem sonora, resignificação de objetos e do espaço escolar, propriedades sonoras e cotidiáfonos;
§         Exploração de objetos do cotidiano com as crianças em sala e pesquisa de materiais;
§          Planejamento do espaço;
§          Construção dos objetos sonoros;
§         Montagem dos objetos no espaço escolhido pelas educadoras e visitação e experimentação dos objetos sonoros pelas crianças da escola e público em geral.
Período
Março a julho – Quarta-feira – quinzenal
Datas:
Carga Horária

Materiais
§         Tampinhas de garrafa (Pet,  garrafa e lacre de lata);
§         Panelas, Formas, potes de plástico com tampas, tampa de panela, garrafa plástica de diversos tamanhos
§         Diferentes tipos de latas (leite, milho, atum, tinta);
§         Chaves, conduites, roda de carro, correntes de diferentes  espessuras, tinta spray, tinta para madeira, parafuso, pincel, prego, canos de PVC e conexões, lixas para madeiras, sifão;
§         Cola, barbante, arame, durex colorido, dupla face, fita crepe, fio de náilon, estilete, fitas de seda, bexiga;
§         Tecidos, tesouras, conchas, rolha de cortiça, caixa de papelão, embalagens, tubos de papelão, pedrinhas, grãos de sementes, elásticos, alfinetes;
§         Parte superior do ventilador, cabaça, garrafa de vidro com tampa; Madeiras, aramados;
§         Pallets, carteiras de alunos ou professor, cabo de vassoura, bambu;
§          Martelo, furadeira, alicate, chave de fenda, arco de serra, serra;
Bibliografia
Referências: AKOSCHKY, Judith. Cotidiáfonos. Buenos Aires: Ricordi, 1996. ______________. A música dos instrumentos. São Paulo: Melhoramentos, 1994.
BRITO, Teca Alencar de. Música na Educação Infantil: propostas para a formação integral da criança.São Paulo: Peirópolis, 2003.
MACHADO, Marina Marcondes. O brinquedo sucata e a criança – importância do brincar, atividades e materiais. São Paulo: Ed. Loyola, 2007.
MATIEIRO, Teresa; Ilari Beatriz. Pedagogias em educação musical. Curitiba: Intersaberes, 2012.
PIRES, Maria Cristina de Campos. O som como linguagem e manifestação da pequena infância. Campinas: 2006. Dissertação de mestrado, Faculdade de Educação, UNICAMP.
SCHAFER, Raymond Murray. A Afinação do Mundo: uma exploração pioneira pela história passada e pelo atual estado do mais negligenciado aspecto do nosso ambiente: a paisagem sonora. Trad: Marisa Trench Fonterrada - São Paulo: Editora UNESP, 1997. __________. O ouvido pensante. Tradução de Marisa T. O. Fonterrada, Magda R. G.
Silva e Maria Lúcia Pascoal - São Paulo: Editora UNESP, 1991.
SOUZA, Jusamara (org.). Música, Cotidiano e Educação. Porto Alegre: Programa de Pós graduação em Música, 2000.
SWANWICK, Keith. Ensinando música musicalmente. São Paulo: Moderna, 2012.
Materiais

  


  
EMEI Gabriel Prestes

Espaço para Oficina de construção

EMEI Gabriel Prestes

Exploração de objetos do cotidiano com as crianças  e pesquisa de materiais;

CEI Pedro Brasil Bandecchi

Construção dos objetos sonoros



                                               Oficina com os familiares


Montagem dos objetos no espaço escolhido por as educadoras

CEI Pedro Brasil Bandecchi

Visitação e experimentação dos objetos sonoros pelas crianças da escola e público em geral