domingo, 27 de outubro de 2013

Educação infantil e práticas promotoras de igualdade racial.

Diferentes linguagens para repertoriar as crianças


A influência africana no processo de formação da cultura afro-brasileira começou a ser delineada a partir do tráfico negreiro. Quando milhões africanos "deixaram" forçadamente o continente africano e despontarem no Brasil para exercer o trabalho compulsório.
A contribuição africana no período colonial foi muito além do campo econômico, uma vez que, os escravos souberem reviver suas culturas de origem e recriarem novas práticas culturais através do contato com outras culturas.
É importante salientar que não houve uma homogeneidade cultural praticada pelos negros africanos, visto que imperava uma heterogeneidade favorecida pelas origens distintas dos africanos, que apesar de oriundos do continente africano, geralmente os escravos apresentava uma prática cultural diferenciada em alguns aspectos devido à região que pertencia, pois a África caracteriza-se em um continente dividido em países com línguas e culturas diversas.

Além da prática cultural diferenciada ressaltada, os africanos, ainda, incorporaram algumas práticas européias e indígenas, além de, influenciá-los culturalmente. O intercâmbio cultural entre os elementos citados contribuiu para uma formação cultural afro - brasileira híbridae bastante peculiar. Ferreira,  2013 - http://migre.me/grokb


No Brasil, Abayomis designa bonecas de pano artesanais, muito simples, confeccionadas a partir de sobras de pano reaproveitadas, feitas apenas com nós, sem o uso de cola ou costura e com mínimo uso de ferramentas, sempre negras, possibilitam o trabalho com a identidade afro-brasileira de negros e descendentes, buscando superar as desigualdades de gênero, integrando a memória cultural brasileira. A palavra abayomi tem origem incerta, iorubá, significando aquele que traz, felicidade ou alegria. (Abayomi quer dizer encontro precioso: abay=encontro e omi=precioso) O nome é comum na África do Sul. Conta-nos a história Africana que os negros confeccionavam Abayomis como amuleto de proteção. Em viagens para o Brasil em direção a escravidão, as mulheres rasgavam a barra da saia e faziam Abayomis para as crianças brincarem.... E já aqui como escravos, reunião-se todos os dias na senzala e confeccionavam as Abayomis pedindo saúde e Prosperidade. O trabalho com as ABAYOMIS valoriza a cultura afro  contribuindo para o reconhecimento da identidade afro-brasileira estimulando a expressão criativa além de reaproveitar retalhos de tecidos.

Texto retirado na integra  da página.




              Contribuições na literatura infanto-juvenil



Reconta sete histórias africanas repletas de poesia, coragem, amor, superação e até mesmo terror.
Editora: Pallas

                  Três contos africanos de adivinhação


A proposta  além de recontar três narrativas recolhidas da literatura oral nigeriana - é de interagir com o leitor, desafiando-o a solucionar os enigmas apresentados às personagens, antes do desfecho das histórias. Em 'Os três gravetos' e 'As três moedas de ouro', as personagens têm que desmascarar malfeitores e ladrões; em 'Três mercadorias muito estranhas', um ancião precisar fazer a travessia do Rio Níger, em um pequeno barco, para levar um leopardo, uma cabra e um saco de inhame, driblando a cadeia alimentar. Os textos são resgates de narrativas africanas, cuja literatura tem como um dos propósitos transmitir ensinamentos de ética para uma boa convivência.
Autor: Rogerio Andrade Barbosa
Ilustrador:  Mauricio Veneza
Editora: Paulinas



      Outros contos africanos para crianças brasileiras

                                  

Divertidas, as fábulas africanas educam, ensinam a respeitar os mais velhos e a seguir as tradições e enfatizam a força da inteligência. 
Autor: Rogerio Andrade Barbosa
Ilustrador:  Mauricio Veneza
Editora: Paulinas


ARTES PLÁSTICAS

Di Cavalcanti


  


Tarsila da Amaral

 

Alfredo Volpi

                  

Anita Malfatti

 

Grandes cantores e compositores

  

Pixinguinha                                                      Paulinho da Viola

  

Dona Ivone Lara                                                          Paula Lima


  
                         Milton Nascimento                       Gilberto Gil

 
Jamelão                                                                     Elza Soares



Grandes atores

 

                    Léa Garcia                                 Ruth de Souza 



Thais Araujo                                                    Zezé Motta


  
 Milton Gonçalves                               Grande Otello

 

                                Lazaro Ramos                                            Fabrício Boliveira



Filmes:

Kiriku e a Feiticeira


 Dublado: http://youtu.be/fFti74FpTpQ



Dublado: http://youtu.be/R560f2D4msk



A princesa e o sapo





Documentos Oficiais:



   Museu Afro Brasil 


Acervo-Museu-Afro-Brasil-Fotografia-de-Nelson-Kon-2


Museu Afro Brasil - Organização Social de Cultura
Av. Pedro Álvares Cabral, s/n
Parque Ibirapuera - Portão 10
São Paulo / SP - 04094 050                                
Fone: 55 11 3320-8940


Para reflexão:

Idéias e reflexões sobre educação

violc3aancia-0-eus-r

Crônica: Sentença de Vida
Tiago Melo




segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Filosofia para criança e Educação para o pensar bem


Curso: Filosofia para criança e 
Educação para o pensar bem



         

OBJETIVOS.                                                                                             
1. Oferecer aos participantes informações sobre a proposta de Filosofia para Crianças de Matthew Lipman e sobre as possibilidades de, nessa proposta, proporcionar estímulos ao desenvolvimento do que se denomina de “pensar bem”.
2. Realizar, com os participantes, atividades práticas com a metodologia da Comunidade de Investigação proposta por Lipman tanto para o trabalho com Filosofia com Crianças e jovens, quanto para o trabalho de Educação para pensar bem.

CONTEÚDOS.

1.    Apresentação da proposta do Programa de Filosofia para Crianças e Jovens de Matthew Lipman. 
2.      Apresentação das ideias de Lipman sobre a necessidade de desenvolvimento do pensar bem e seu entendimento a respeito.
3.      Oficinas com a metodologia da Comunidade de Investigação utilizando literatura infanto-juvenil e textos específicos de acordo com os temas a serem trabalhados. Os textos da literatura infanto-juvenil serão adquiridos pelos participantes. Os demais textos constarão do texto introdutório ao curso.

Docentes:
Prof. Dr Marcos Antonio Lorieri (Coordenador)
Profª Patricia Rocha
Profª Bete Godoy
Prof. Ismael de Oliveira
Prof. Oswaldo Marques

Carga horária: 36 horas, sendo 28 presenciais e 8 horas de atividades supervisionadas

Certificados: emitidos para participantes com mínimo de 85% de presença.

Contato: Instituto Para Além do Cuidar
Tel (11) 2225-1285.
Emaial: secretaria@paraalemdocuidar.com.br



              




Estratégias











terça-feira, 17 de setembro de 2013

Jornada Janusz Korczak

      

Jornada Janusz Korczak

15 OUT
-          13NOV
Auditório

Teatro

No 8º Mês da Cultura de Paz, o Departamento de Ação Educativa do Centro da Cultura Judaica promove uma Jornada da Educação baseada nas ideias de Janusz Korczak.
Importante médico do século XX, Janusz Korczak atuou como pediatra e deixou contribuições relevantes na área. Foi no campo da educação, entretanto, que ele deixou um legado de importância incontestável para as principais correntes de pensamento na área da pedagogia e das ciências humanas, até os dias de hoje. Suas idéias apresentaram, à época, um caráter vanguardista precursor das escolas democráticas e dos direitos da criança. As questões de autonomia propostas influenciaram decisivamente na elaboração posterior dos direitos da criança (1959) e promoveram a criação da Convenção sobre os direitos da criança, adotados pela Assembléia Geral das Nações Unidas, em 1989.

A relevância do trabalho de Korczak ecoa nos escritos de Maria Montessori, Homer Lan, A.S Neill e outros pedagogos de renome. É inspirado nessa relevância e buscando suscitar novos questionamentos que o Departamento de Ação Educativa do Centro da Cultura Judaica decidiu organizar um mês de Jornada de Educação com seminários, palestras e workshops que promovam tema tão importante.