sábado, 10 de julho de 2010

Formar- tranformar- ação

Aguilar: 50 anos de Arte
Maria Cristina dos Santos
Coordenadora Pedagógica

Na perspectiva de ampliação do universo cultural, os educadores do Centro de Educação Infantil “Jardim Rodolfo Pirani” visitou no último dia 03 de julho a Exposição: Aguilar: 50 anos de Arte no Centro Cultural Banco do Brasil.
Antes mesmo que a palavra “interxtualidade” entrasse para o vocabulário da educação, o homem já articulava as linguagens entre si de forma inconsciente. Com a proposta de Diálogos com a arte contemporânea o núcleo educativo do CCBB lança: A obra e a Escola.
Está proposta de trabalho faz um link com ao processo em execução dentro do Projeto Político Pedagógico da nossa instituição, apresentando possibilidades de diálogos entre as diferentes linguagens.
José Roberto Aguilar é um dos mais importantes artistas contemporâneos, que há 50 anos iniciou sua carreira de forma audaciosa, como autodidata na pintura, revolucionário e inquieto ao revelar seu universo em suas obras.
A exposição traz um conjunto de trabalhos de Aguilar – entre desenhos, pinturas, gravuras, videoartes e instalações – para celebrar o cinqüentenário de atividades desse artista que se consolidou no Brasil e no exterior através de produções tão diversas quanto coerentes dentro da temática urbana.

Sandra Borges da Costa Damiani, Andreia Alves da Silva Santos, Marly Kennerly Marcondes Gonzaga, Katia Regina Capeli de Lima Pedroza e Flavia de Genaro Sanches
Katia Regina Capeli de Lima Pedroza, Viviane Fidelis Ferreira e Silmara Ferreira Silva


Katia Regina Capeli de Lima Pedroza, Rosangela Maria Santos, Silmara Ferreira Silva, Maria Cristina dos Santos, Maria Jose Anacleto Silva de Paula, Gessilda Viana Rabelo, Selma Martins de Paiva Costa e Maria Goreti de Sousa Marinho


Maria Jose Anacleto Silva de Paula, Gessilda Viana Rabelo, Selma Martins de Paiva Costa e Elizangela Maria dos Santos

Katia Regina Capeli de Lima Pedroza, Rosangela Maria Santos e Silmara Ferreira Silva



O Programa Educativo nos presenteou no projeto: Em cantos e contos, a narração do Conto: Pedro, José e João, do Camera Cascudo, um conto de realismo fantástico interpretado pela atriz Fernanda Brandão fazendo um link com a primeira parte da exposição de Aguilar


Silmara Ferreira Silva, Rosangela Maria Santos, Elizangela Maria dos Santos, Fatima Ferreira, Maria Crisina dos Santos, Maria José Anacleto Silva de Paula, ao centro a atriz Fernanda Brandão, Gessilda Viana Rabelo e Maria Goreti de Sousa Marinho
Centro Cultural Banco do Brasil
Rua Álvares penteado, 112 Centro - São Paulo / SP

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Festejos Juninos: “Nóis daqui e nois de lá”

Maria Cristina dos Santos
Coordenadora Pedagógica


Um dos grandes equívocos na Educação Infantil é acreditar que a criança se cansa rapidamente das coisas, por isso muitos professores sempre estão à procura de novidades.
Ao contrário a criança tem um tempo maior para se apropriar dos conhecimentos.
Quem tem filhos, ou convive com crianças em casa já presenciaram a cena de acabar um desenho em DVD e a criança pedir de novo e isso ocorre inúmeras vezes.
Mais do que explorar a criança precisa se apropriar desses novos conhecimentos.
Ao planejar os festejos juninos tomamos o cuidado para que as crianças pudessem brincar muito, ouvir muitas músicas várias vezes, dançar muitas vezes: ora sozinho, ora com os colegas, ora com os burrinhos e chapéus, ora com o pau de fita.
Vamos compartilhar com vocês algumas cenas do nosso cotidiano durante dois meses (junho e julho), nada de coreografias, de repetições sem sentido, a grande preocupação durante o processo que fosse significativo.
Espero que vocês apreciem.

Confecção dos Burrinhos - Boi bumba BII e MGB

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Vivenciando- Burrinho do Boi bumba

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Aprendendo a Brincar BII

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O milho

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quarta-feira, 7 de julho de 2010

MINHA BANDEIRINHA

Professora Lina Asano



A PARTICIPAÇÃO DOS PAIS NA VIDA ESCOLAR DA CRIANÇA É FUNDAMENTAL PARA QUE A MESMA POSSA SE SENTIR MAIS AMADA, SEGURA E PRINCIPALMENTE CONFIANTE EM SI MESMA.
A BANDEIRINHA E SUA DECORAÇÃO PELA FAMÍLIA VÊM REPRESENTAR UM POUCO DESSA PARCERIA ENTRE ESCOLA/FAMÍLIA.
O QUE TORNA UMA DEMONSTRAÇÃO DE AMOR, CARINHO E RESPEITO PELA CRIANÇA.





” Foi minha mãe que fez”
Alisson - MGB

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Da criança ao idoso: Os caminhos de uma vida!

Bete Godoy



No dia 1º de outubro se comemora o Dia Internacional do Idoso, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU). Você sabia que a população de idosos não pára de crescer? No Brasil, são mais ou menos 15 milhões de pessoas. Daqui a 20 anos, essa população deve dobrar.

No mundo inteiro a população está ficando mais velha. Até 2050, o número de pessoas acima de 65 anos será maior do que o de pessoas com menos de 15, nos países mais avançados. E tem mais! Hoje, a expectativa de vida nos países desenvolvidos é de mais ou menos 75 anos e será de mais ou menos 90 anos em 2050.
A velhice é apenas mais uma fase da vida. E uma fase que pode ser bem longa. Aprender a envelhecer faz parte da educação de todas as pessoas. O Brasil, embora ainda longe de resolver os problemas relacionados à infância, já está tendo que enfrentar as implicações sociais e de saúde decorrentes de um processo de envelhecimento comparável àquele experimentado pelos países mais desenvolvidos.

Em um dos artigos apresentado neste blog tivemos como tema os 62 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos questionando a importância deste assunto ser tratado com o devido respeito desde a infãncia. Agora destacamos o outro extremo de uma vida: o idoso.


Considerando a relevância dos dados apontados nas pesquisas provocamos os nossos leitores que em grande parte são educadores, a pensarem mais uma vez em assuntos importantes e que devem compor o currículo da escola, abordando as questões cognitivas e também as dimensões humanas do SER.
Se a longevidade está chegando e as crianças de hoje serão os idosos do amanhã, como valorizar o envelhecer? Tratar uma criança com amor, respeito, compaixão, justiça e dignidade contribuirá para que ela possa saber fazer o mesmo com as outras pessoas ao longo da vida. O filme Vida Maria traz com muita propriedade como reproduzimos aquilo que vivemos seja nas relações familiares ou em outras situações de convivência social.
Conviver é viver “em comum” é viver com alguém. È necessário considerar as diferenças e respeitá-las por ser algo que torna a espécie humana tão única, inventiva e de paixões.
Temos que pensar em conviver melhor com as pessoas que estão ao nosso lado! Não basta viver é preciso viver Bem.
Essa conversa me trouxe a memória, uma bela história escrita por Daniel Munduruku:
Recordo-me sempre dos meus tempos de menino, quando meu bisavô colocava-me em seu colo para contar história do meu povo. Embora entendesse pouco a narrativa, ficava deslumbrado com a intensidade da sua voz rouca amaciada pelo tempo...Parece que hoje posso dizer que as história que aquele velho contava eram seus próprios sonhos...hoje saber da frustrada tentativa da ciência para delimitar o cosmos, me dei conta também de que os mitos armam uma teia de palavras que estruturam no indizível, ou seja, num esforço infinito de dizer o que não pode ser dito. Tudo isso é poesia pura! È por meio dela que consigo compreende o que ter uma identidade que se formalize na tradição oral. Não dá pra ser diferente. Se alguém quer compreender minha cultura, comece a ler nossas histórias, comece a sintonizar com os nossos heróis, vivencie nossa poesia!"
Daniel ainda nos presenteia dizendo: Educar é fazer sonhar é arrancar de dentro para fora, fazer brotar os sonhos e às vezes rir do mistério da vida.

Documentos são escritos, leis são criadas, punições são estabelecidas e ainda são tantas as situações de desrespeito a criança, o idoso, o deficiente... diariamente.

Porque maltratamos a nossa própria espécie e os demais seres vivos?
Que "mundo" queremos para viver?
(CARTA DA TERRA PARA CRIANÇA)
"Junto com todos os povos da Terra nós formamos uma grande família.
E cada um de nós compartilha a responsabilidade pelo presente e pelo futuro bem-estar da família humana e de todo o mundo dos seres vivos.
Nós, as crianças, faremos pequenos esforços diários, para transformar as coisas ruins em coisas boas. Iremos tratar a todos muito bem e dividir melhor o que temos. Se ajudarmos e respeitarmos os outros, viveremos com muito mais alegria e felicidade!!"


Começar desde cedo, com os pequeninos pode contribuir para um mundo melhor e mais justo. O educador precisa ter uma postura ética, solidária e humanitária (a Educação Humanitária é um conceito que engloba todas as formas de educação para justiça) por meio de ações efetivas do seu fazer pedagógico, tornando-se algo indissociável aos demais conteúdos.
É certo que o desafio de conviver com as diferenças é uma tarefa árdua, mas precisa ser encarada como uma necessidade humana, pois ao respeitar o próximo, certamente abriremos espaços para que as nossas diferenças também sejam respeitadas.

Por que a compaixão não faz parte de nossa grade curricular instituída, uma parte inerente de nossa educação? Compaixão, reverência, admiração, curiosidade, exaltação, humildade – esses são os fundamentos de qualquer civilização verdadeira, não mais as prerrogativas de qualquer religião, mas pertencentes a qualquer pessoa, qualquer criança, em qualquer casa, em qualquer escola”. (Yehudi Menuhin)
Qual é o nosso compromisso em fazer uma educação de sonhos, esperanças para uma FELICIDADANIA (Terezinha Rios) para todos?
Para dar consistência e ressaltar o papel transformador da educação na construção de uma sociedade mais justa apresento o trabalho realizado na EMEI prof. Rumi Oikawa e dois documentos que foram fonte de pesquisa e inspiração para mais uma ação do projeto institucional desta unidade educacional: Agenda 21 local.
Contextualizando:
Este projeto teve início em 2008 e tem como um dos seus princípios Respeito e consideração a todos os seres. Trabalhos realizados dentro deste princípio:
· Mulher, mãe e trabalhadora. Afinal, que é este ser?
· Crianças do Brasil e do mundo
· Respeito à natureza e aos animais
E no ano de 2009: Da Criança ao idoso os caminhos de uma vida.
Projeto desenvolvido pela Coordenadora Pedagógica Vilma Francisca da Silva que contou com a dedicação de todos os educadores da EMEI. " Parabéns!"
1º Documento: A Carta da Terra
Princípios:

I. RESPEITAR E CUIDAR DA COMUNIDADE DE VIDA
Respeitar a terra e a vida em toda sua diversidade.
Cuidar da comunidade da vida com compreensão, compaixão e amor.
Construir sociedades democráticas que sejam justas, participativas, sustentáveis e pacíficas. Assegurar a generosidade e a beleza da terra para as atuais e às futuras gerações.
II. INTEGRIDADE ECOLÓGICA
Proteger e restaurar a integridade dos sistemas ecológicos da Terra, com especial atenção à diversidade biológica e aos processos naturais que sustentam a vida.
Prevenir o dano ao ambiente como o melhor método de proteção ambiental e, quando o conhecimento for limitado, assumir uma postura de precaução.
Adotar padrões de produção, consumo e reprodução que protejam as capacidades regenerativas da Terra, os direitos humanos e o bem-estar comunitário.
Avançar o estudo da sustentabilidade ecológica e promover o intercâmbio aberto e a aplicação ampla do conhecimento adquirido.
III. JUSTIÇA SOCIAL E ECONÔMICA
Erradicar a pobreza como um imperativo ético, social e ambiental.
Garantir que as atividades e instituições econômicas em todos os níveis promovam o desenvolvimento humano de forma eqüitativa e sustentável.
Afirmar a igualdade e a eqüidade dos gêneros como pré-requisitos para o desenvolvimento sustentável e assegurar o acesso universal à educação, assistência de saúde e às oportunidades econômicas.
Defender, sem discriminação, os direitos de todas as pessoas a um ambiente natural e social capaz de assegurar a dignidade humana, a saúde corporal e o bem-estar espiritual, com especial atenção aos direitos dos povos indígenas e minorias.
IV. DEMOCRACIA, NÃO-VIOLÊNCIA E PAZ
Fortalecer as instituições democráticas em todos os níveis e prover transparência e responsabilização no exercício do governo, participação inclusiva na tomada de decisões e acesso à justiça.
Integrar, na educação formal e na aprendizagem ao longo da vida, os conhecimentos, valores e habilidades necessárias para um modo de vida sustentável.
Tratar todos os seres vivos com respeito e consideração. Promover uma cultura de tolerância, não-violência e paz.



2ºDocumento: Estatuto do Idoso
(Idoso é toda pessoa adulta com 60 anos ou mais)



No Brasil após sete anos tramitando no Congresso, o Estatuto do Idoso foi aprovado em 1º de outubro de 2003 data que se comemora o dia internacional do idoso, ampliando os direitos dos cidadãos com idade acima de 60 anos. Mais abrangente que a Política Nacional do Idoso, lei de 1994 que dava garantias à terceira idade, o estatuto institui penas severas para quem desrespeitar ou abandonar cidadãos da terceira idade.
1- O IDOSO TEM DIREITO À VIDA
2- O IDOSO TEM DIREITO AO RESPEITO
3-O IDOSO TEM DIREITO AO ATENDIMENTO DE SUAS NECESSIDADES B ÁSICAS
4- O IDOSO TEM DIREITO À SAÚDE
5- O IDOSO TEM DIREITO À EDUCAÇÃO

6- O IDOSO TEM DIREITO À MORADIA
7- O IDOSO TEM DIREITO À JUSTIÇA
8- O IDOSO TEM DIREITO AO TRANSPORTE
9- O IDOSO TEM DIREITO AO LAZER
10- O IDOSO TEM DIREITO AO ESPORTE
Fonte: http://www.prodam.sp.gov.br/idososp/direito.htm

AÇÕES DO PROJETO

Crianças, adolescentes, adultos e idosos foram convidados para um encontro que teve como objetivo:

  • Conhecer e saber mais sobre os idosos da comunidade.

-O que fazem?

-Do que gostam?

-Do que têm medo?

-Como querem ser tratados?

-O que esperam da vida?

-Com quem vivem?

-O que o bairro oferece como cultura e lazer para a terceira idade?

  • Oportunizar a troca de experiência entre as diversas gereações e descobrir o quanto é possível aprender e saber em cada fase da vida.
  • Aprender a conviver.
  • Levantar dados e informações importantes para o desenvolvimento do projeto.
  • Aproximar a escola da terceira idade e saber como eles podem contribuir (e contribuem) na educação das crianças?


Muita história pra contar:
  • A escola abriu as portas para as vovós, vovôs e idosos contadores de história.
  • Professores leram diversas histórias para as crianças.
  • Os idosos ouviram histórias contadas pelos educadores.
  • As crianças contaram suas histórias e a partir dela criaram.





Muitas vovós contribuiram com suas receitas.

Exposição dos trabalhos realizados

Afinal de contas, falamos até agora de idosos que são vovós e vovôs e que costumeiramente aparecem nas histórias infantis mas,

  • Os que envelhecem e não são avós?
  • Os que namoram

  • Os que adoram dançar
  • Os tocam instrumentos.
  • Os que encantam com sua sabedoria conquistada pelo tempo de quem já viveu.
  • Os que praticam esporte.
  • Os que escrevem.
  • Os que trabalham pra sobreviver.

Sabemos que neste assunto há tantos caminhos e histórias para conversar com as crianças e nem sempre elas são só doçura e felicidade, porém podemos e devemos tratar com respeito assumindo o compromisso de ajudar a construir um mundo mais feliz!

"Se a educação não transforma a sociedade, sem ela a sociedade tampouco muda". (Paulo Freire)

TELEFONES ÚTEIS -EM SÃO PAULO-CAPITAL

  • Núcleo de Atenção ao Idoso (NAI)Oferece cursos e informações gerais para idosos, além de atender denúncias de abandono material, maus-tratos e agressões.(11) 3874-6904
  • Promotoria do Idoso Ministério Público do Estado de São Paulo Defende o interesse de pessoas idosas, se desrespeitados seus direitos previstos na Constituição, e fiscaliza estabelecimentos que prestam serviços a idosos.Rua Riachuelo, 115.(11) 3119-9082 / 3119-9083
  • Delegacia de Proteção ao Idoso Recebe denúncias de maus-tratos, ameaças e abandono material, entre outras manifestações de violência.Metrô República - 1º piso.De segunda a sexta-feira, das 9 às 18h.(11) 3237-0666 e 3256-3540
  • Disque Denúncia - Polícia Civil0800 156315

Sites para pesquisa

Instituto Ethoshttp://www.ethos.org.br/

Carta da Terra para criança http://migre.me/Xr8X

Agenda 21 Brasileirahttp://migre.me/XraG

62 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos http://migre.me/Xrh3

domingo, 4 de julho de 2010

Espaços que educam !

Projeto: Hora da Alimentação
Bete Godoy


Justificativa

Dizer que não se gosta de algo sem conhecê-lo é algo comum nas crianças que incentivadas a experimentar os alimentos acabam gostando do seu sabor. Nesta fase a criança não compreende que algo com sabor diferente ao seu paladar possa ser nutritivo. Seu critério de julgamento é: só é bom o que è gostoso. Com os adultos também não é muito diferente.
O self-service ( eu me sirvo/ eu escolho ) pode ser um dos caminhos para o desenvolvimento da autonomia das crianças quando suas escolhas são respeitadas, o que não significa isentar os educadores de um contínuo acompanhamento e planejamento de ações para que elas conheçam e experimentem outros alimentos.
A hora da alimentação é uma momento de celebração, de vivências, afetos e partilhas.
Pensar num refeitório que seja um ambiente prazero e convidativo, que educa enquanto cuida deve ser um dos dos objetivos das escolas de educação infantil.
Sabemos que cada criança traz consigo sua própria cultura com seus costumes, inclusive o que construiu em seu lar referente a alimentação e que em alguns aspectos não é semelhante ao escolar.
Faz-se necessário pensar em um ambiente que oportunize o conhecimento e vivências ( como por exemplo o uso do garfo e faca), mas que não imponha os nossos costumes





Objetivos
  • Desenvolvimento da autonomia.;
  • Estabelecer ponderação em relação á quantidade de alimentos que ingere e a sua vontade;
  • Experimentar novos alimentos;
  • Selecionar e partilhar o que mais lhe agrada ou não;
  • Criar um ambiente prazeroso e educativo para as crianças

Ações do projeto

1- Garantir encontros de formação com todos da unidade educacional para que possam conversar e refletir sobre a importância:
  • dos momentos alimentação dentro do binômio educar e cuidar;
  • de organizar o espaço do refeitório respeitando a cultura infantil local sendo convidativo a alimentação;
  • das vivências que estão presentes no momento da alimentação e o que este momento significa em cada cultura nos diversos tempos da nossa história;
  • dos cuidados ligados a higiene;
  • de respeitar a cultura local sem impor valores de uma cultura estabelecida.

2 - Elaboraração de um plano de ação para cada segmento da unidade educacional . O que compete aos gestores, aos professores e funcionários.

  • Estabelecer cronograma de reuniões para avaliação sistemática e contínua do projeto e redimensionamento das ações a partir da avaliação.

3 - Desenvolvimento do trabalho pelo professor. Será na sala de convivência ( sala de aula) que as primeiras conversas acontecerão. O professor tem um papel muito importante na implantação do projeto. Será ele o responsável em planejar momentos onde as crianças possam discutir, conversar e pesquisar sobre as questões ligadas a alimentação, ao cardápio da escola e a cultura.


4- Compra dos utensílios e materiais necessários para a implantação;
5- Organização do espaço ( o refeitório).


Observáveis para a avaliação:

1- Registro escrito.
2-Filmagem dos momentos de alimentação.
3-Fotos.


Para pensar:




1. Qual a importância em conversar com as crianças sobre o cardápio do dia?
2. Como as crianças poderão participar ajudando a divulgar o cardápio?
3. Qual a importância das crianças escolharem com quem querem se sentar para lanchar? Como os funcionários podem contribuir com pequenas e relevantes ações que colaboram para o protagonismo infantil?
4. Como será organizado o espaço para que seja um ambiente saúdavel, agradável, seguro e educativo?
5. Quais serão os utensílios utilizados para que as crianças possam se servir?
6. Como será o acompanhamento do adulto no inicio da ação e o que se espera para o futuro?
7. È possível incentivar desde a infância hábitos que evitem o disperdício e respeite o meio ambiente com relação até mesmo a separar o lixo oragânico?


Observações importantes:

O projeto apresentado é da EMEI Professora Rumi Oikawa a partir da formação recebida do instituto Avisa Lá.
A escola atende crianças de 3 a 5 anos. Está organizada em 3 turnos de quatro horas.
Em 2009 com 680 crianças matriculadas.
Este trabalho teve início em 2007 com pequenas alterações no espaço e algumas ações que aos poucos foram avançando diante dos bons resultados.
As fotos apresentadas são de 2008 e 2009 o que demostra determinação e empenho de todos na realização de um projeto. A cada ano novas ações são implementadas com o objetivo aperfeiçoar o que for necessário para melhor atender as crianças.
O lanche é colocado sobre a mesa e o almoço servido num carro térmico na altura da criança.
Os copos e pratos são de vidro temperado que ao cair e quebrar não oferecem perigo. Os incidentes são pequenos e as reposições são realizadas uma vez por ano.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Exposição Brinc' Arte

Professora Lina Asano Silva Ferreira

No último dia 19 de junho, foi realizada a primeira exposição das produções realizadas pelas crianças ao longo do primeiro semestre.
Um convite para navegar num mundo colorido e criativo de cores, formas, aromas e sabores.
As atividades das crianças foram dispostas pelo CEI para a apreciação dos pais, comunidades e das próprias crianças, que puderam compartilhar suas curiosidades e opiniões.
A exposição contou com um acervo de 21 esculturas, doadas pelo SESC Itaquera e gentilmente cedida a nossa instituição pela Cooperativa Chico Mendes, feitas a partir de sucatas de metais carros e construção civil que mexeram com a imaginação de adultos e crianças: Navegamos por castelos e seus dragões, dançaram ao som da guitarra e brincaram numa roda gigante.
A arte e a literatura se fundiram numa deliciosa brincadeira com gosto de quero mais.
A educação deve ser uma grande aventura.
A escola é apenas uma parte dessa viagem.



Os visitantes





A carta



Pode parecer uma coisa sem significado escrever uma carta. Ainda mais nos dias de hoje com tanta tecnologia: é celular, internet... Coisa da modernidade!
Mas a carta que a minha mãe escreveu para mim é cheia de significados, pois toda vez que sinto saudades ou simplismente eu quero ler ou ouvir seus desejos e anseios para minha vida, eu pego a minha carta.
Eu também escrevo carta para minha mãe, meu pai, meus irmãos, para todos aqueles que eu amo. Escrevo com muito carinho, amor e vontade de me fazer entender.
Ah! Faço um monte de desenhos também.Afinal vou guardar para sempre a minha carta na mionha memória e no meu coração.


Durante o periodo de acolhimento a mãe, pai ou quem acompanha a criança é convidado a escrever uma carta para a criança e durante o ano os professores leêm para as crianças.





Imagens, sons, aromas e sabores






Instalação MGB





A casa das sensações





Painel com atividades da sequência didatica de Artes - MGB




Um pouco da nossa rotina


Móbiles com fotos - MGA



A carta




Nos contos de fada tem um castelo, um cavalheiro e um dragão

E no seu castelo o que tem?

"Agora eu era o herói
E o meu cavalo só falava inglês
A noiva do cowbow
Era você além das outras três
Eu enfrentava os batalhões
Os alemães e seus canhões
Guardava o meu bodoque
E ensaiava o rock para as matinês
Agora eu era o rei
Era o bedel e era também juiz
E pela minha lei
A gente era obrigado a ser feliz"
João e Maria
Chico Buarque e Sivuca

Sequência didática de grafismo _ BII


Painel fotos BI

Um pouco da trajetória do BI no primeiro semestres




Sequência didática: Esse é nosso time!

Móbiles com fotos das atividades - BII


Presentes - Sequência de grafismo MGB



As esculturas


Doadas pelo SESC Itaquera a Cooperativa Chico Mendes e cedidas ao CEI jardim Rodolfo Pirani











As máscaras


A criança carrega a vida toda suas melhores lembranças



A carruagem



Os animais


Os animais são importantes para o equilíbrio da natureza, assim como o ar para nossa sobrevivência.





Desdobramento da sequência didática de leitura - O Lobo
Culinária - MGB

Desdobramento da sequência didática de leitura MGC - Painel de história


A música e a dança são fontes de prazer, auto-conhecimento e socialização.Ao balançar ritmicamente ao som de uma música, a criança está explorando algumas possibilidades expressivas de seu corpo.





Atividade da sequência didática de pintura - MGC




Atividade da sequência didática de pintura - MGE



Atividade da sequência didática de pintura - MGD




Leitura pede passagem



Fotos rodas: manuseio e leitura


O Boi- bumba- Desdobramento da sequência didática de pintura - MGE



Painel de fotos do acolhimento BI

Painel com fotos da rotina BI




Atividades da sequência de artes - MGA



Painel de fotos das brincadeira e danças - Festas juninas



Atividade da sequência didática de artes - Recorte e colagem - MGB


Formas geométricas

A matemática é trabalhada desde cedo com as crianças, sempre de uma forma lúdica



Desdobramento da sequência didática: Esse é nosso time!
BII


Instalação criada a partir de conversas informais com MGB



Atividade da sequência didática de pintura - MGE